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Por que o Valor de Referência da Prefeitura está 36% Acima do que SP Paga de Verdade
Em abril de 2026, o desconto entre o valor declarado nas transações e o valor de referência da Prefeitura de São Paulo bateu 36,4% — recorde recente. Entenda o que é esse valor, por que o gap existe e por que índices de anúncio como o FipeZap erram pelo lado oposto.

As Maiores Vendas de Imóveis em SP em Abril de 2026: o Topo é Corporativo
A maior venda de abril foi R$ 165 milhões no Jaguaré, e o topo do ranking paulistano foi dominado por operações corporativas, não por imóveis residenciais. Veja as maiores transações por valor real de ITBI.

Financiamento de Imóveis em SP em Abril de 2026: Minha Casa Minha Vida Avança para 38%
Dos imóveis financiados em São Paulo em abril de 2026, o Minha Casa Minha Vida avançou para 38,1% dos contratos — quase 4 em cada 10 — enquanto o SFH liderou com 57,3%. Em média, o comprador financiou 74,1% do valor. Analisamos cada modalidade, a entrada média e o que o avanço do MCMV revela sobre o comprador de entrada.

Os Bairros Mais Caros de São Paulo em Abril de 2026
Na Vila Nova Conceição, o imóvel médio foi negociado por R$ 6,6 milhões em abril de 2026. Com dados reais do ITBI, mapeamos onde o metro quadrado vale mais, onde o dinheiro se concentra e onde os imóveis trocam de dono com mais frequência em São Paulo.

ITBI São Paulo Abril 2026: 20.597 Transações e R$ 12,5 Bi em Volume
Abril de 2026 fechou com 20.597 transações imobiliárias e R$ 12,5 bilhões em volume na cidade de São Paulo. A mediana de R$ 342 mil revela onde está o comprador típico — bem abaixo da média de R$ 609 mil puxada pelos negócios milionários.

À Vista ou Financiado? Como São Paulo Pagou Seus Imóveis no 1º Trimestre de 2026
No primeiro trimestre de 2026, 55,6% dos imóveis vendidos em São Paulo foram pagos à vista. Mas o dado mais surpreendente é o formato do financiamento por faixa de preço: ele atinge 60% entre R$ 300 e 500 mil (território do SFH) e desaba para 12% acima de R$ 2 milhões. E a mediana do comprador à vista é idêntica à do financiado — R$ 348 mil — derrubando o mito de que pagar à vista é coisa só de rico.

Leilões, Permutas e Dações: As Transações de Imóveis Que Não São "Compra e Venda" em SP
89,4% das transações de imóveis em São Paulo no 1º trimestre de 2026 foram compra e venda — mas os outros 10,6% (5.213 operações) revelam o mercado paralelo de leilões, permutas, dações em pagamento e retomadas de banco. O número de imóveis arrematados em leilão mais que dobrou de janeiro a março, e as permutas têm o maior ticket médio de todos: R$ 912 mil.

As 10 Maiores Vendas de Imóveis em São Paulo no 1º Trimestre de 2026
As dez maiores transações registradas no ITBI de São Paulo no primeiro trimestre de 2026 somaram cerca de R$ 1,1 bilhão. A maior, na Rua Canário (Indianópolis), fechou em R$ 236,9 milhões — sozinha, equivale a 680 imóveis no preço mediano da cidade. O ranking mistura terrenos de incorporação, ativos corporativos e alguns imóveis de altíssimo padrão no Jardim Europa.

Financiamento de Imóveis em SP no 1º Trimestre de 2026: SFH Domina, MCMV Sustenta o Volume
Dos imóveis financiados em São Paulo no primeiro trimestre de 2026, 64% passaram pelo SFH e 28,5% pelo Minha Casa Minha Vida. Em média, o comprador financiou 71,7% do valor da operação. Analisamos cada modalidade, o novo teto do SFH (R$ 2,25 milhões) e o efeito dos juros altos sobre o crédito habitacional.

Bairros Mais Caros e Mais Líquidos de São Paulo no 1º Trimestre de 2026
O ITBI do primeiro trimestre de 2026 desenha um mapa de preço em duas camadas: Vila Nova Conceição, Indianópolis e Jardim América concentram tickets milionários, enquanto Vila Formosa, Lapa e Vila Carioca puxam o volume de negócios. Mostramos onde o dinheiro alto está, onde o mercado realmente gira — e quais bairros aceleraram ao longo do trimestre.

Mercado Imobiliário de São Paulo no 1º Trimestre de 2026: 49 Mil Vendas e R$ 32,4 Bilhões
Os dados oficiais de ITBI mostram que o primeiro trimestre de 2026 movimentou R$ 32,4 bilhões em São Paulo, com 49.164 transações e mediana de R$ 348,4 mil — bem distante da média de R$ 659,6 mil, evidência da cauda longa do mercado. Março acelerou 24% sobre fevereiro, e o desconto médio para o valor de referência fechou em 25,3%.
